Ariel Pires de Almeida

HEnry V

In Uncategorized on 10/05/2011 at 08:06

O objeto deste ensaio é a obra cinematográfica de Laurence Olivier, conhecido por películas originais quanto datadas. De 40 a 60 foi parte integrante da chamada ascenção da cultura anglo-saxã, contra é claro a ortodoxia grega. A guerra começava para os americanos e afudanva tanto britânicos quanto franceses. Em 1944, é feita uma acurada leitura do célebre Henrique V de W. Shakespeare. Muitos o fizeram ou fariam por seguir. K. Branagh talvez seja o mais notável e de construção genuinamente verossímel aos anos 90.

Ambos são ingleses com um pé na indústria da California, Vale do Silício. Talvez a mais notável obra de ambos se coincidam, Hamlet. Na sombra de contradições e horror, Branagh traz outra luz ao dilema adolescente. Ambientado em pleno século XVIII, era de júbilo nos reinos dinamarqueses que, em 40 acabariam ao lado fascista. Mas, quem não? Pois sim.

Olivier foi-se. Deixou atrás de si obra imensa, comparável a Orson Wells e poucos outros. A era Charlie Chaplin com certeza foi repartida entre ambos. Coisa que passaria a um Scorcese ou, mais abaixo, Spielberg. A História, por seu lado estórico. Marx diria, a repetição do fato e seu lado cômico. Mas Shakespeare pertence à longa duração. Comparável a dois monstros, Wells/Olivier, dificil encontrar tais mais. Ian McKellen, Holm, e algumas Margareths são intelectuais em seu meio.

No Brasil, Shakespeare é comum em emails de spams, cartas de auto ajuda que duvido a autoria. Mas, vira e mexe, nossos róprios intelectuais como Soares, o Gordo, fazem de suas. Sem comentários. Possue mérito. Daí nos perguntar, existiu Hamlet ou Henrique V no Brasil. Ricardos I II III, a vingança. Houve nobreza, Idade Média, Moderna, trabalho livre, heróis? Revolução, burguesia, a junção de ambos. Quando?

A lei de Terras não é tão bem comentada como os cercamentos de Elizabeth. Esta era, por acaso, a décima rainha desde Henrique que já era o quinto. A este fora dado a França que o filho não conseguiu domar de uma bruxa lésbica. O sétimo foi quem começou. E o oitavo, Maria e por fim. Longa duração também é o reinado de Isabel, a virgem – quem dera!

O povo acaba como parte intgrante nesse sistema de homens bons. Falstaff seria portanto, já interpretado por Wells o centro de nossas divagações. Nobre enferrujado. Ladrão e bêbedo.

Surge o Coro, narrador.

Henry é jovem e já fora amigado das más itenções de Poins Falstaff e tantos outros. Voltemos então, há muitos anos. Para a batalha de Agincourt, século XV.

Feito em estilo de teatro, rico em detalhes e ornamentação, a queda de um reino e o soerguimento de dois impérios que no século XVIII se matariam em rusgas e desentendimentos na divisão ultramarina. Reinos de piratas. Luis XIV, o Sol e Isabel, a Virgem, Lua. A mitologia perfeita, ideal. O surgimento de duas naões, uma anglicana, outra católica romana.

Na Inglaterra, a Igreja se agita. A platéia ri.

São 16:00 e a França será inglesa.

A alegação: nenhum mulher sucederá o trono francês. Desde Pepino, aquele breve, nem vilão.  A serpente de novo, a mesma que arruinaria o VI e que dividiria ingleses entre branco e vermelho, comparável à divisão de huguenotes e católicos em França. A guerra fraterna.

Mas agora era entre latins e saxões. Germanos e romanizados. A luta seria travada nos entrames da muralha que dividia qual a Grande chinesa, o Império Romano. Mas era o apostólico que estava em perigo. Depois de 500 anos de muita riqueza e sabedoria, o papado subiu aos céus para cair no inferno em XVI e voltar em XIX para ser ignorado em XXI.

A Henrique, o delfim mandou bolas de golf. A guerra começaria…

A chuva atinge a todos. Falstaff entra. Luta em tavernas, risadas. A vida comum qu se conunde com os comuns. Sir John está a morrer. Era gordo como sempre. O rei havia matado seu coração. Iriam à França juntos. Lutar. Eles viveriam…

Estamos em Southhamptom e França.

A guerra civil que acabara com o pos VI ocorria com o IV também desde Ricardo II e João, landless e o coração de leão, aquele do Robin Hood, quando o papado quis se apossar do oriente médio e do que seria o novo império romano, melhorado.

O rei, transtornado em herói, abandona John. Que morre clamando por Deus…

Pensemos pouco por ele. Personagem xodo de Wiliam, retratado em diversas peças e talvez sendo coadjuveante por conveniência a Isabel. Falstaff talvez fosse tudo o que Shakespeare quisesse para si. Um filósofo de bar. O teatro nada mais é que um botequim, centro de encontro das classes proletárias e senhorial. Orson perdoou William e lhe fez um favor, mostrou que o gordo é amado e Jack Falstaff é ancourado à forma de um carcereiro, matando aqueles que o mesmo fazia contra tantos.

Jack morre esquecido como assim deve ser. Good Morrow, Jack.

Entremos em Mistress Quickly, certa estalajeira e rameira. Dona de si, apaixonada por Jack. A segurança.

Henry deve 1000 libras a Jack. Era jovem, desconhecido da arte do mando, apenas da traquinas. Vão a gloucester lembrado pelo futuro, passado de shakespeare, sua primeira peça histórica, Ricardo III, revolutions.

Como em toda tragédia, Henry se arrepede, mas em ato engrandecedor pega acoroa imperial e qual Bonaparte se auto coroa. Mas IV vi ve e Falstaff. O que seria de ambos é a conclusão de nosso fado. Agincourt…´

Era uma longa noite à espera do dia. Qual comum, um gentil homem, Henri se apresenta. Reconhece a vontade e falta de. O vil cheira tão mal quanto a ele. As diferenças que o fazem comum é como Clark Kent e Superman, suas roupas. Seria uma luta justa? Seu governo era justo? A causa? E as pernas, armas, cabeças no campo de batalha?

É dia de Crispim. Aquele que voltar para casa se agitará ao ouvir o nome de crispiniano e suas marcas. Nossos nomes em escritos e oralidade. Na História. Nasce a História naquele dia de Crispim crispiniano. A nação estava aos pés de Henry e a França, 5 contra um, como um garoto no banheiro solitário.

Diria Ricardo,

Que direi eu, mais do que já sugeri? Lembrai-vos quem são vossos adversários: uma horda de

vagabundos, plebeus e fugitivos um bando de bretões e vis lacaios camponeses, que sua terra golfa em

congestão e lança em desesperadas aventuras e segura destruição. A vós, que dormis em seguridade, eles

trazem desassossego; a vós, que possuis terras e abençoados sois com esposas formosas, eles tornariam

as primeiras e as outras desonrariam. E quem os comanda senão um homem vil que há muito vive na

Bretanha a custos de nosso irmão? Um fraldiqueiro! Um homem que jamais em sua vida sentiu o frio da

neve atravessar seus sapatos. Vamos escorraçar estes vagabundos de novo para o outro lado do mar,

repelir daqui estes arrogantes miseráveis de França, Estes pedintes famintos, lassos de suas vidas… Que,

se não fora o sonho deste belo cometimento, por falta de meios, pobres ratos, se teriam enforcado. Se

houvermos de ser vencidos, que sejam homens a vencer-nos! E não estes bastardos bretões, que nossos

pais bateram em suas próprias terras, saquearam e espezinharam, e na história foram feitos herdeiros da

sua ignomínia. Gozarão de nossas terras? Dormirão com nossas mulheres? Violarão nossas filhas?

(Soam tambores ao longe)

Atentai, ouço seu tambor. Lutai, senhores de Inglaterra! Lutai, valorosos peões! Puxai, arqueiros, puxei

vossas setas às cabeças! Esporeai forte vossos bravos cavalos e cavalgai em sangue! Assombrai o céu

com vossas lanças quebradas!

Seria no casamento que se celebraria.

Catherine, fair. Como Michele dos beatles, ele tenta se comuicar com a latinidade afrancesada. Kate.

Entre 1400 e tantos e o XVI, a sombra reinou na terra da rainha.

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